Caracterização do apicultor

Inquérito sobre o impacto da vespa asiática na atividade apícola

A APIMIL está a realizar um questionário para perceber o impacto que a vespa asiática está a ter na apicultura, não tendo por isso qualquer exploração comercial. Preencha aqui o questionário.

Iconhttps://drive.google.com/open?id=1eK0kBuIOARtU8LJMye0w9nkMbXy0nxDzE94aAPJNSGA

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Formação Apícola (APIMIL 2015)

Formação Apícola




A APIMIL irá realizar formação teórica e prática nos concelhos de Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte da Barca e Arco de Valdevez.

A formação teórica será das 18h às 22h (ver os dias na tabela) e terá uma duração de 12 horas no total (cada sessão será de 4 horas).

As aulas práticas terão dias a definir conforme a época ideal para o maneio apícola e as condições meteorológicas. Os temas a abordar serão:
  • Na produção de enxames;
  • Produção de rainhas;
  • Produção de mel;
  • Doenças apícolas. 
A duração da formação prática será de 24 horas  (3 dias - 8 horas / dia).


Concelho
Local
Dias
Horas Teóricas
Aulas Práticas
Monção
AGRESTA
20 e 27 de Fevereiro
6 de Março
18h – 22 horas
A definir
Melgaço
CM Municipal – Solar do alvarinho
12, 19 e 26 de Março
18h – 22 horas
A definir
Paredes de Coura
CM Municipal – Casa Rural
13, 20 e 27 de Março
18 – 22 horas
A definir
Ponte da Barca
ADERE
2, 9 e 16 de Abril
18 – 22 horas
A definir
Arcos de Valdevez
CM Municipal – Casa das Artes
10, 17 e 24 Abril
18 – 22 horas
A definir





segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Apiocasião 2015

Apiocasião 2015




Feira do MEL e Produtos Regionais

Programa:

Sexta-feira, dia 20 de Fevereiro

10.00horas: Abertura do espaço Lúdico-formativo

- Atelier de pinturas faciais

- Workshop de alimentação saudável

- Workshop de cera (demonstração de moldagem de cera e velas)

- Atelier do MEL

- Filme e atelier de apicultura - como se extrai o mel?

14.00horas: Abertura do espaço Lúdico-formativo

- Atelier de pinturas faciais

- Workshop de alimentação saudável

- Workshop de cera (demonstração de moldagem de cera e velas)

- Atelier do MEL

- Filme e atelier de apicultura - como se extrai o mel?

12.00 horas: Inicio do I Concurso de MEL (jurí: visitantes do certame)

22.00 horas: Actuação de grupo cultural (a designar)

24.00horas: Encerramento



Sábado, dia 21 de Fevereiro

09.30 horas: III Encontro Transmontano de Confrarias em Macedo de Cavaleiros –

Capital Nacional da Apicultura.

Recepção das Confrarias nos Paços do Concelho, seguido de Hidromel de Honra.

10.00 horas: Abertura da Feira.

11.00 horas: Desfile Confrádico pelas ruas da Cidade.

11.30 horas: Visita à Feira.

11.45 horas: Cerimónia Capitular da Confraria do MEL (recinto da feira).

13.00 horas: Almoço Confrádico.

15.00 horas: IX Jornadas Apícolas – Macmel Formação/ II Seminário Apícola da

Ass. de Apicultores de MonteMé – A Seita da Abelha (local: ACISMC).

Paulo Russo Almeida UTAD Vespa Velutina metodos de controlo e como conviver com ela

Francisco Rogão Importância do uso da máquina de calcular na apicultura.

Alfonso lovell a evolução da alimentação artificial em apicultura.

Alice Coimbra ( Diretora serv alergologia H S João Porto) Cuidados a ter em caso de picada de abelha em campo

Angel Romero Universidade de Cordoba Aethina tumida como lidar com mais esta praga

António Gomez Pajuelo Universidade Madrid sanidade apicola especialmente Varro

Restante programa brevemente .
- Workshop de cera (demonstração de moldagem de cera)
- Workshop de propolis (demonstração de como colocar redes e extração de propolis)
- Workshop de polen (demonstração como secar e conservar polen)
- Workshop de hidromel (demonstração como fazer hidromel para auto consumo)

18.30 horas: II Concurso de Mel da Confraria do MEL

20.30 horas: Mesa redonda: Tertúlia Apícola com António Gomez Pajuelo com a

temática: Doenças das Abelhas.

21.30 horas: Animação: programa das festas – Rádio Onda Livre (presenças a

designar).

23.59 horas: Encerramento


Domingo, dia 22 de Fevereiro

10.00 horas: Abertura da Feira.

10.00 horas: Curso de Análise Sensorial de Mel

15.00 horas: Animação: (a designar)

15.30 horas: Abertura do espaço Lúdico-formativo

- Atelier de pinturas faciais

- Workshop de alimentação saudável

- Workshop de cera (demonstração de moldagem de cera e velas)

- Atelier do MEL

19.00 horas: Encerramento da Feira

Inscrições e mais informação  aqui.

  

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Novo portal para identificação da localização da Vespa Velutina

www.sosvespa.pt

 

 


  • A Vespa velutina nigrithorax, adiante designada apenas por Vespa velutina, é uma espécie não-indígena, predadora da abelha europeia (Apis mellifera), encontrando-se, por enquanto, aparentemente circunscrita a concelhos do norte do País. Esta vespa asiática, proveniente de regiões tropicais e subtropicais do norte da India, do leste da China, da Indochina e do arquipélago da Indonésia, ocorre nas zonas montanhosas e mais frescas da sua área de distribuição.

  • A sua introdução involuntária na Europa ocorreu em 2004 no território francês, tendo a sua presença sido confirmada em Espanha em 2010, em Portugal e Bélgica em 2011 e em Itália em finais de 2012.

  • Na época da primavera constroem ninhos de grandes dimensões, preferencialmente em pontos altos e isolados. Esta espécie distingue-se da espécie europeia Vespa crabro pela coloração do abdómen (mais escuro na vespa asiática) e das patas (cor amarela na vespa asiática).
  • Os principais efeitos da presença desta espécie não indígena manifestam-se em várias vertentes, sendo de realçar:
    • na apicultura - por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas;
    • para a saúde pública – não sendo mais agressivas que a espécie europeia, no caso de sentirem os ninhos ameaçados reagem de modo bastante agressivo, incluindo perseguições até algumas centenas de metros.
  • A deteção ou a suspeita de existência de ninho ou de exemplares de Vespa velutina nigrithorax deverá ser comunicada através de um dos seguintes meios:
    • preenchimento online de um formulário (Anexo IV) disponível no portal www.sosvespa.pt, acessível a partir dos portais da Direção Geral de Veterinária e Alimentação, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, do SEPNA/Guarda Nacional Republicana e das Câmaras Municipais respetivas;
    • preenchimento via Smartphone disponível no portal www.sosvespa.pt;
    • contactar a linha SOS AMBIENTE (808 200 520). Neste caso o observador será informado do procedimento a seguir para a efetiva comunicação da suspeita;
    • poderá também solicitar a colaboração da junta de freguesia mais próxima do local de deteção/suspeita, para o preenchimento do formulário - Anexo 4 [PDF 105 KB] .
  • Deverá, sempre que possível, ser anexada fotografia da vespa ou do ninho, para possibilitar a sua identificação.

  • Qualquer informação, comunicada através dos meios atrás referidos, será encaminhada para a Câmara Municipal correspondente ao local de deteção/suspeita, que dará o devido seguimento ao processo.

  • Em caso de necessidade de identificação de exemplares, deverá proceder-se ao seu envio para o INIAV, que fará a respetiva confirmação. A confirmação deverá ser sempre reportada ao portalwww.sosvespa.pt, que centraliza a informação recebida.

  • A destruição dos ninhos deve ser feita com equipamento de protecção e seguindo as orientações constantes no Plano de Ação. Nunca usar armas de fogo (e.g. armas de caça), mesmo no caso de difícil acesso aos ninhos, pois este método só provoca a destruição parcial do ninho e contribui para a dispersão e disseminação da vespa asiática por constituição de novos ninhos.

  • Na ausência ou perda da rainha, esta espécie tem a capacidade de as obreiras se transformarem em fêmeas fundadoras e construírem novos ninhos.

Ficha de identificação Parte 1 [PDF 1,8 MB] - Parte 2  [PDF 160 KB]

 


Este plano de ação tem por objetivo enquadrar a atuação nacional face ao estabelecimento e disseminação da vespa asiática em Portugal continental (Vespa velutina nigrithorax, adiante designada apenas Vespa velutina). Trata-se de uma espécie não-indígena, predadora da abelha europeia (Apis mellifera), encontrando-se, por enquanto, aparentemente circunscrita ao norte do País.
Na Europa esta espécie espalhou-se rapidamente por todo o território francês após a sua introdução não intencional em 2004, tendo a sua presença sido confirmada em Espanha em 2010, em Portugal e Bélgica em 2011 e em Itália em finais de 2012. Nas zonas onde ocorre, tanto rurais como urbanas, podem ser observados, a partir de maio, grandes ninhos albergando algumas centenas de vespas, localizados em árvores e estruturas construídas.

Pode aceder a mais informação no link:
Mais documentação aqui!